terça-feira, 25 de agosto de 2009

Hakuna matata, é lindo dizer...


Já se perguntou: "da onde esses produtores tiram idéias para filmes/desenhos?" Essa imagem lhe parece familiar?

E Essa?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Grandma Power!!!!

Avó de 60 anos desafia jovens no mundo virtual de Ragnarök



Maria Helena aderiu em 2004 ao jogo on-line baseado na interação.

Avó de seis netos, ela enfrenta desconfiança quando diz idade no game.
Maria Helena Magalhães Rocha brinca que vai entrar para o livro “Guinness” dos recordes como a jogadora mais velha de “Ragnarök”, um game on-line que reúne milhões de jogadores -- principalmente adolescentes -- em todo o mundo. Aos 60 anos, a dona de casa, mãe de cinco filhos e avó de seis netos vê o jogo como um ótimo passatempo e afirma que ele ajuda até a pegar no sono nas noites quando não consegue dormir.
Lançado em 2001 pela sul-coreana Gravity, o Ragnarök Online é um jogo baseado na mitologia nórdica e chegou oficialmente ao Brasil em 2004. O título se encaixa na categoria MMORPG (massively multiplayer on-line roling playing game), que permite a interação em tempo real, via internet, entre diversos jogadores. Cada personagem (avatar) do jogo representa uma pessoa em frente à tela do PC, que pode conversar com outros jogadores via chat e definir os rumos de sua história virtual.
Influenciada pelo filho mais novo, hoje com 29 anos, Maria Helena entrou nesse universo em 2004, assim que surgiu a alternativa em português, e desde então não parou. “Meu marido e meu filho não acreditam que eu ainda jogo. Não enjoei porque estou sempre mudando de mundos, não fico muito tempo parada lá dentro. A única coisa que cansa é a música, muito repetitiva, e por isso eu tiro o som. No dia em que enjoar de vez, vou parar”, conta. Ela admite que já jogou bem mais: assim que conheceu o game, chegou a passar 11 horas conectada em um único dia. Hoje, a jogadora mergulha no universo virtual cinco vezes por semana, mas durante uma quantidade reduzida de horas. “Não é um vício. Se tiver outras coisas para fazer, dou prioridade a elas. Mas quando estou em casa, à toa, considero o ‘Ragnarök’ um bom passatempo.”

Moradora de Niterói, no Rio de Janeiro, ela disse nunca ter encontrado alguém de sua idade no jogo. Talvez por isso, enfrente desconfiança quando diz sua idade. “Poucos jogadores acreditam nos meus 60 anos. Já aconteceu também de os amigos de meus netos me procurarem on-line, para conferir se eu realmente sou uma avó que joga”, diverte-se.

A dedicação ao MMORPG teve muitas recompensas virtuais. No servidor oficial do Ragnarök Brasil, Maria Helena diz ter atingido seu objetivo: chegar ao nível 99, que representa o máximo da evolução, e renascer no jogo como aprendiz (para esta nova jornada, ela ganhou novos poderes e habilidades). Já no servidor alternativo Wodro, chegou ao topo do ranking entre os jogadores que mais conseguem abrir baús para coletar objetos. Por conta do sucesso no Wodro, onde usava o apelido Very Evil Girl, Maria Helena afirma que teve de dar fim à personagem. “Assim que eu entrava, todo mundo vinha me pedir dicas. Ficou difícil jogar e, então, tive de criar outra bruxa”, diz ela, que não revela o nome de sua nova personagem no Wodro. “Se eu contar, vai começar tudo de novo.” Além do servidor oficial no Brasil, da Level Up, a jogadora também está cadastrada em outros três servidores alternativos: cada um representa um único mundo, com suas próprias regras, rankings e premiações (virtuais, claro).

Aprender para ensinar

A jogadora começou a se interessar pelos games bem antes de mergulhar no universo de Ragnarök. Sua história como gamer teve início há alguns anos, quando concluiu que deveria aprender a jogar para ensinar os filhos mais novos: “os mais velhos não tinham paciência”, lembra.
Depois de colocar no currículo Odyssey, cartuchos de corrida e “Super Mario”, Maria Helena foi atraída pela quantidade de detalhes que apareciam na tela, quando o caçula entrava em “Ragnarök”. “Hoje já tem coisa muito mais avançada, mas naquela época os movimentos das plantas e das águas realmente me impressionaram. Sempre tive uma quedinha por games”, brinca a avó dos netos que preferem “Tíbia” a “Ragnarök”.
No universo virtual, ela gosta principalmente de completar as quests (eventos que dão prêmios) e também de colaborar com outros jogadores, entregando a eles itens importantes para completar as missões. A parte chata, conta, é quando não consegue ajudar e recebe insultos: “já me disseram para largar o jogo e ir procurar um tanque. Incomoda, chateia, mas depois passa. O que quero é me divertir.”

Homens viciantes...

Existem alguns homens que precisavam ser proibidos. Sabe, como se fossem drogas. Vetados por lei sob pena de reclusão. Homens. Alguns deveriam ser proibidos de exporem seus corpos e muito menos suas costas por aí. Alguns nem precisam tirar a roupa, até vestidos são uma afronta aos olhos e desejos femininos. Mesmo com roupas, provocam alguns sonhos maléficos até mesmo nas mais sérias e pudicas mulheres. E olha, que eu gosto de cérebros. Não sou daquelas que me apaixono por pessoas, gosto é de talento. Frases. Textos. Humor. Sarcasmo. Pessoas são efêmeras, já as palavras ditas ficam para sempre. E é exatamente isso que me fascina. Mas, como toda boa exceção, tem aquele tipo de cara do começo deste texto. Os proibidos. Eles são fodidamente lindos e sensuais. Aí, nem precisam dessas qualidades que citei. Eles são desenhados e perfeitos. Esse tipo, nem te olha na cara. Você passa por eles com seu andar mais sensual e nada. Tá, porra. Eles poderiam até ser analfabetos. Surdos. Mudos. Poderiam ignorar tudo o que eu admiro em um homem. Poderiam simplesmente se calar e existir. É foda, viu. Na mesma proporção que uma mulher com um decote cavado hipnotiza os homens, esse tipo de cidadão fascina as mulheres. Proíbam esses meninos imediatamente. Eles são viciantes.
Via Malvadas
Me casei com um desses. Com diferença de que, ele é cérebro e corpo. Irresistível.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Quem mais matou?

O Capinaremos levantou uma questão interessante, com o gráfico abaixo... alguém se habilita a questionar?


terça-feira, 11 de agosto de 2009

Lâmpadas

Como se troca uma lâmpada? Quantas pessoas são necessárias? Depende do tipo de pessoa:

Gays: Seis: um para trocar e cinco para ficar gritando: Linda! Poderosa! Maravilhosa! Divina! Tuuudo!
Peruas: Duas: uma chama o eletricista e a outra prepara os drinques.
Psicólogos: Apenas um, mas a lâmpada PRECISA QUERER ser trocada.
Loiras: Cinco: uma para segurar a lâmpada e outras quatro para girarem a cadeira.
Consultores: Dois... Um sempre abandona o trabalho no meio do projeto.
Bêbados: Um, só pra segurar a lâmpada, enquanto o teto vai rodando.
Ativistas Gays: Nenhum. A lâmpada não precisa mudar, para ser aceita pela sociedade.
Cantores sertanejos: Dois: um troca a lâmpada e o outro escreve uma canção sobre os bons tempos da lâmpada antiga...
Machões: Nenhum: macho não tem medo de escuro.
Patricinhas: Duas: uma pra segurar a Coca light e outra pra chamar o papai.
Curitibanos: Um só: ele segura a lâmpada e o mundo gira ao seu redor..
Mulher com TPM: Só ela! SOZINHA. Porque NINGUÉM, dentro desta casa sabe como trocar uma lâmpada! É um bando deIMPRESTÁVEIS! Eles nem percebem que a lâmpada queimou! OS INÚTEIS podem ficar em casa no escuro por três dias antes de notar que a bosta da lâmpada queimou! E quando eles notarem, vão passar mais cinco dias esperando que EU troque a lâmpada, porque eles acham que EU sou a ESCRAVA deles! E quando eles se derem conta de que EU não vou trocar a lâmpada, OS INCOMPETENTES ainda vão ficar mais dois dias no escuro porque não sabem que as lâmpadas novas ficam dentro da merda da despensa! E se, por algum milagre, OS INFELIZES encontrarem as lâmpadas novas, vão arrastar a poltrona da sala até o lugar onde está a lâmpada queimada e vão arranhar o piso todo, porque são INCAPAZES de saber onde a escada fica guardada! É inútil esperar que eles troquem a lâmpada, então sou EU mesma quem vai trocá-la! E como EU sou uma mulher INDEPENDENTE, vou lá e troco! E SOME DA MINHA FRENTE!

Verdades inefáveis!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A Profissão mais antiga

Prostituta, rapariga, puta, gato velho, loba, meretriz, quenga, comélia, messalina, mulher de vida fácil, cortesã, rameira acompanhante, enfim, esses são alguns dos nomes dados à mulheres que praticam a profissão mais antiga do mundo (assim alguns dizem).

A mulher tem garantido nos últimos anos um excepcional crescimento dentro da sociedade e hoje já é reconhecida como um importante ator social. A “independência” conquistada e a ascenção ao mercado de trabalho transformaram a mulher, em uma guerreira que saiu do âmbito do lar e vai para a guerra contra o machismo das empresas, tentando salários equiparados e sua condição de importante colaboradora do desenvolvimento nacional.

No entanto, as prostitutas ainda são vítimas do preconceito, principalmente da ética religiosa e da, às vezes mal interpretada, noção kantiana do mundo, de que um ser humano não pode ser utilizado como meio para um fim e o principal argumento para que não se aceite a prática da prostituição é o fato de as pessoas enxergam isso como uma afronta a todos os preceitos morais e éticos a que estão acostumados a viver, como se aquilo que se entende por ética seja uma coisa universal.

No Egito as prostitutas eram consideradas grandes sacerdotisas, eram adoradas e consideradas encarnações das deusas na terra e para que o homem e mulheres sentissem o regozijo de se relacionar com um deus (na forma de favores sexuais) faziam oferendas para tais mulheres.

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Na Grécia, as prostitutas eram respeitadas e sua profissão era reconhecida, tanto que pagavam impostos, eram as hetairas (heteros, amantes, companheiras). Além disso, deviam usar roupas que as identificassem como tal (ora, isso não lembra alguma coisa? Advogado de terno, médico de jaleco etc etc). Um adendo: aos gregos era possível a relação poligâmica com até três hetairas, uma para o prazer sexual que se misturava com o espiritual (era a porné, portanto atriz pornô é prostituta, sim), uma para o trabalho do lar e outra para a criação dos filhos.

Com o advento do Cristianismo (e você achou que era por causa de que?) e o rebaixamento da mulher à condição de coisa, as prostitutas, antes respeitadas e adoradas, agora são consideradas mulheres possuídas pelo demônio que atiçam os homens à infidelidade, luxúria e outros pecados que levariam as pessoas ao inferno. A Idade Média levou à fogueira e a Inquisição torturou, mutilou e empalou muitas mulheres acusadas desse tipo de atividade.

Nos dias de hoje há quem defenda até a criminalização de quem vende o seu corpo para o prazer sexual de outra pessoa. No entanto, o próprio Código Penal lá de 1940, auge da moralidade brasileira, só tipifica os casos em que alguém se aproveita da prostituta, como nos casos de manter uma casa de prostituição ou ganhar porcentagem em cima do valor cobrado por elas, mas não criminaliza o fato de alguém vender seu próprio corpo a sustento próprio.

Não que se defenda todas as mulheres em dificuldades se tornarem prostitutas. Mas, aquelas que aderirem ao fato não sejam discriminadas como se bestas animalescas fossem.


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Pois bem, esse preconceito contra as prostitutas se deve ao fato de que as pessoas se veem constrangidas com a forma peculiar que é a vitrine do corpo humano e por isso não se pode culpar ninguém que vive em uma sociedade de preceitos cristãos como os nossos. Mas, daí a dizer que o preconceito deve ser necessário, mas não discriminador já é um absurdo paradoxal, nenhum preconceito deve ser necessário. Por ser preconceito já pressupõe discriminação.


Antes de discutirmos porque algumas mulheres tendem a vender seu corpo por dinheiro, ou outros favorecimentos, devemos primeiros analisar todo a estrutura que envolve a formação feminina. Em um país em que sucesso é música que diz “dinheiro na mão, calcinha no chão”, que há uma adoração exacerbada ao corpo em revistas e filmes pornôs, em que a mulher só é analisada do pescoço para baixo, cria uma série de mecanismos para que a feminilidade se banalize e há abertura para o tráfico de mulheres e crianças, para que o homem se satisfaça com o que não tem em casa: aquele produto maravilhoso que só teria mesmo se comprasse.

[...] assim a mulher se pôde igualar, na sedução, ao frigorífico ou ao aspirador. Vergílio Ferreira, “Invocação ao Meu Corpo”

Kibado

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Cavaleiros do Zodíaco

Esse post vai em homenagem ao meu doido, e a minha filha. E a todos os que curtiam e curtem os Cavaleiros do zodiaco. Larissa Tassi, interpretou essa canção, a abertura dos Cavaleiros do Zodíaco, em português, com apenas 11 anos. Bem, ela cresceu, e todos nós, mas em encontros de animes, ela ainda faz a festa da galera. Saudosismo puro, tipo uma festa ploc para nerds. Mais recentemente, ela foi chamada para interpretar a música de bertura da saga de Hades, outra saga de Cavaleiros do Zodíaco.
Aqui, a abertura de muitos anos atrás, ao vivo. Reparem, todos sabem a música, e fazem coro.

Aqui, é a música de abertura da saga de Hades.O áudio não está muito bom, mas a galera também vibra.

Essa aqui é outra música da Saga de Hades.

SAINT SEYAAAAAAAAAAAAAA
METEORO DE PEEEGAAAAAAAAAASUUUUUUUUUUSSSSSSSSSSSSSSSSSS

Conclusão sábia


Deus deu ao homem um pinto e um cérebro, mas não a pressão arterial suficiente para serem usados ao mesmo tempo.

Se mulheres mandasse lá embaixo...


Auto-explicativa!

Tirinha censurada do Chico Bento


Após polêmica com tirinha do Chico Bento, secretário de Educação da BA cai

Revista didática com palavrão foi distribuída para escolas do estado.
Ainda não há previsão de quando novo secretário deverá assumir.
Após a polêmica com a distribuição de uma revista didática em que o personagem Chico Bento, da Turma da Mônica, fala um palavrão, o secretário de Educação da Bahia, Adeum Sauer, foi demitido pelo governador Jaques Wagner. A troca no comando foi decidida na segunda-feira, mas oficializada na terça-feira (4).Em nota oficial, o governador justificou a mudança, ocorrida após dois anos e sete meses de Sauer no cargo, pela necessidade de fazer um ajuste administrativo na Secretaria da Educação.Sauer será substituído pelo economista Osvaldo Barreto, que é professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ainda segundo a nota, a "transmissão de cargo ainda não tem data marcada, mas deve acontecer nos próximos dias em função dos eventos já programados com a presença do governador". Dez mil professores da rede pública da Bahia receberam uma revista didática, do personagem Chico Bento, da Turma da Mônica, com um palavrão. O governo do estado disse que foi um erro e tentou corrigir com um carimbo o problema sem cancelar a distribuição. A publicação trazia o seguinte diálogo: "Meu pai tem 800 cabeças de gado. E o seu?", diz um personagem. E Chico Bento responde: "Fala para ele enfiar tudo no c...".
O carimbo foi a saída encontrada pela Secretaria de Educação para não imprimir novamente 50 mil revistas que ainda não tinham sido distribuídas. De acordo com a secretaria, o erro foi cometido por uma funcionária terceirizada que diagramou a revista. Ela diz que retirou a história de um site e que não percebeu o palavrão. Na internet, o diálogo havia sido alterado do desenho original, publicado na página do cartunista Maurício de Souza. O instituto do criador disse que recebeu um pedido de desculpas do governo da Bahia.
Aqui está a tirinha sem carimbo